17/11/2025 POEMA O Sol
17/11/2025 POEMA O Sol
Uma hélice em combustão
Um coração que não se compreende
Sustentáculo vital imortal
Para seres humanos destruírem a terra
Não vem de si nossos conflitos
E até me intrigo quan ao porvir
Se eu vir em teus olhos um espelho
Me lampejo e incêndeio
com chamas de amor me incandeio
Chama chama chama
Fissões nucleares transcendentais
Criando novos químicos elementos
Enquanto na terra eu me sento deito levanto e lamento
Por onde estão as questões universais?
As colunas ou pilares de intelecto?
Por que se pensamos existimos...
São nossas ações pelas quais sucumbimos
Meio ambiente que está no fim
De completo aos caos reduzido
Se do frio me abrigo em pleno sol
Quem sabe de esperanças encho me de arrepios
E os pios das aves que já não piam?
Piá piá piou terei
Se busco a Deus em meus anseios
Como um ser do abismo a luz que invade o mar eu vejo
Se por lagoas ou lagunas estuarios
Onde estaria Deus o divino e o belo?
Se crítico a real definição
Em poemas manifesto Festo.
Em duras críticas sutis ilusões
De um sonho de algo que poderia ser
Sem me entreter na malha midiática
Que como fornalha aliena ao brasileiro
Olho as pessoas e não me vejo
Busco sentido mas não encontro
Porque não me produzo artificial
Continuo mulo jumento esconjuro
Das minhas trevas vem escuridao
Uma neblina opaca inodora
Se Shawn venceu em meu coração
Logo Javé me envia Gabriel.
Aaaaasaah luz luz luz
Que me conduz o ser tem nome
Anfitrião dos perdidos Goytacazes
E pelos áres nosso nome chama
Chama chama chama
De um a um Ele chama
Ele aquece como sol
Para transformarmos em farol
E essa e uma esperança
Sem passado ou futuro nem lembrança
Nem quero comigo viver um sonho
Que se pesadele na minha incapacidade.
Daí que vem o meu vazio
Por tantos planos nao conseguir reter
Em minhas mãos um destino glorioso
Daquele déspota esclarecido ou ditador oprimido que potencialmente posso ser.
Meu serviço e Elke e dual
No seu dual da rádio gospel jovem funk mix
Misturo ecleticamente dissociacors
Entre realidade fantasia espiritualidade ou ficções
E em meus contos vou narrando
Como um jovem a pilotar
Seria n
avegar pelos área?
Como Italo em suas asas de cera,
Derretidas pelo ansiado sol
Dos elevados áres despencar.
Outra desintegração do self.
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