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Mostrando postagens de junho, 2025

30/06/2025 POEMA Santo Veneno

30/06/2025 POEMA Santo Veneno A minha santidade Não está em ser santo Pq santo nunca fui A minha necessidade De algo no meu sangue Vício mortal veneno Que me envenena Me intoxica Mas dele dependo Como se fosse um remédio Fumaça, para quem está morrendo Por falta de ar. Como se fosse um remédio Cachaça, para quem está morrendo De cirrose Como se um remédio Açúcar, para quem está morrendo De diabetes A minha santidade Está no que dependo E dependo de veneno A minha santidade Está na ação: na visitação Do Espírito Santo E Ele quem me santifica E Ele quem me justifica Por isso sou santo Mesmo envenenado. Kadosh! 30/06/2025

23/06/2025 POEMA Levanta-Me

23/06/2025 POEMA Levanta-Me ANO 2025 -  Muitas vezes em tua presença Clamei o teu socorro e ouviste Me protejeste do inimigo E me livraste da tristeza Que me deixava triste Clamor, clamei e clamarei Em altos clamores por Jesus Pois Através da ressurreição da Cruz E que também ressuscitarei Mas quanto ao meu presente Neste instante que chamo agora Sem mais demora escute meu pedido Para que eu seja liberto da condição de oprimido Levanta me do chão Eleva meu coração Me enche do espírito santo E me leva na palma das Tuas Mãos. Levanta me e me faz voar Levanta me para consagrar Levanta me para destruir Levanta me para Abalar Faz de mim Enoque Faz de mim Elias Faz de mim Ezequiel Daniel Jeremias e Isaías . Yah Hashem Elokainu Yah Shabbatt Shalom Adon Olam Hashem Elokainu Hashem Rochas Olam Adon. E louvado seja Deus! 23/06/2025 Coqueiral de Itaparica Vila Velha ES

02/06/2025 - ASSOBIO, PIO, ARREPIO

POEMAS 2025 1 - ASSOBIO, PIO, ARREPIO Perderam-se as cores para o inverno Os verdes, as folhas, as cores, as flores, Os frutos viçosos foram consumidos E em meu abrigo me refugio do extremo frio É como se tivesse anoitecido Foram dez longos anos sem ter sido aquecido E a alegria perdi de um dia Lembranças do reflexo de uma criança que sorria Já não havia mais sonhos ou esperança Nem histórias ou cantos contados quando na infância Rodas de ciranda, sertanejo, pagode ou samba Instrumentos empoeirados, arco-flecha, espada-lança E essa neve que cai sem parar? Quantas outras árvores a quebrar? Quantas outras montes despencar? Quantos outros rios congelar? E aí pergunto se um dia o sol vai clarear Se essas constantes nuvens grossas vão se dissipar? Me pergunto se um dia os ursos vão voltar a caçar E as águias que nasceram, se dos seus ninhos um dia vão se lançar? Porque tudo parou absurdamente É como se de cama eu estivesse doente Procurando pôr em rimas sentimentos De um coração que morreu ...